Perguntas Frequentes
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Você deve procurar um advogado trabalhista sempre que sentir que seus direitos como empregado não estão sendo respeitados — seja em uma demissão, no pagamento de verbas rescisórias, em situações de assédio, jornada excessiva ou qualquer outra irregularidade na relação de trabalho. Muitas vezes, mesmo uma simples conversa inicial já esclarece se existe ou não motivo para uma ação.
Sim. Mesmo em situações que parecem simples, um advogado consegue identificar direitos que o trabalhador muitas vezes nem sabe que tem, como diferenças salariais, horas extras não pagas ou adicional de insalubridade. Uma consulta inicial ajuda a entender se vale a pena entrar com uma ação.
Não. Você pode e deve procurar um advogado mesmo estando empregado, principalmente se estiver enfrentando situações como assédio moral, jornada abusiva, atraso de salário ou qualquer irregularidade. Buscar orientação antes evita que você perca prazos ou direitos.
O trabalhador tem até 2 anos após o fim do contrato para entrar com uma ação trabalhista, mas só pode cobrar valores referentes aos últimos 5 anos trabalhados. Por isso, quanto antes procurar orientação, melhor — alguns direitos podem prescrever com o tempo.
Na maioria dos casos, o advogado trabalhista trabalha com honorários de êxito, ou seja, você só paga se o caso for ganho. Além disso, a primeira consulta costuma ser gratuita ou de baixo custo, justamente para você entender se vale a pena seguir com o processo.
Só um profissional pode avaliar isso com precisão, mas alguns sinais comuns indicam que vale a pena consultar um advogado: pagamento incorreto de verbas, jornada não registrada corretamente, cobranças abusivas de metas, tratamento desrespeitoso do empregador, entre outros. Na dúvida, o melhor caminho é sempre buscar uma orientação profissional.
É recomendável reunir documentos como carteira de trabalho, contracheques, contrato de trabalho, mensagens (e-mails, WhatsApp) relacionadas a alguma irregularidade e qualquer prova relacionada à situação. Quanto mais informação você trouxer, mais precisa será a avaliação do caso.
Sim, totalmente. A consulta com o advogado é sigilosa e protegida pelo sigilo profissional. Você pode buscar orientação sem que isso chegue ao conhecimento do empregador.
Não necessariamente. Cada caso é diferente e depende de como a relação de trabalho foi conduzida. Por isso, a análise individual com um advogado é o único jeito de saber com segurança se existem direitos a serem cobrados.
Se os prazos prescricionais passarem, você pode perder o direito de cobrar valores ou reverter situações que sofreu no trabalho. Por isso, mesmo que você não tenha certeza se quer entrar com uma ação, é importante buscar orientação o quanto antes para não perder esse direito.